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Diagnosticar e acompanhar o diabetes previne complicações

Mesmo durante a pandemia é importante manter a doença controlada e contar com apoio de um especialista Segundo dados da Sociedade Brasileira de Diabetes, a enfermidade atinge mais de 12 milhões de brasileiros. A alta incidência preocupa devido às complicações causadas pela doença que surge quando o pâncreas não produz a quantidade adequada de insulina (hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o corpo) ou quando a insulina produzida não tem a sua ação adequada devido à resistência da ação desta. O fato de uma pessoa ter diabetes a torna de mais risco para várias doenças, como infarto agudo do miocárdio, AVC (Acidente Vascular Cerebral) e doença renal crônica. Também estudos recentes mostram alta taxa de complicações em paciente que possui COVID-19 e diabetes. Segundo a endocrinologista do Hospital Pilar, Silvana Aniella (CRM-PR 19802 / RQE 16771), a doença deve ser mantida sob controle, sendo que os níveis de glicemia variam de acordo com a idade, faixa etária e outras doenças concomitantes. “Recomendamos que a pessoa mantenha as suas medicações e o seu acompanhamento de rotina, de forma que o seu tratamento esteja o mais adequado possível”, orienta. A endocrinologista afirma ainda que muito tem se falado sobre a relação do diabetes com a COVID-19. “O que se sabe é que o diabetes não aumenta o risco de infecção, no entanto, uma vez contaminada, a pessoa tende a apresentar quadros mais graves com maior chance de óbito. O risco se relaciona também com a idade, o tempo de duração da doença e o estado do controle da glicemia”, destaca Silvana Aniella. O risco maior para os diabéticos acontece também porque esses pacientes apresentam muitas vezes outras doenças associadas e consideradas fatores de complicações, como a insuficiência renal e a hipertensão. A médica orienta que as recomendações das autoridades de saúde sobre a prevenção à COVID-19, como a higiene frequente das mãos com água e sabão e/ou uso do álcool em gel, a utilização de máscaras ao sair de casa e o isolamento social devem ser mantidos, porém, sem descuidar dos cuidados com o diabetes. “O acompanhamento aliado a uma rotina de alimentação mais saudável e à rotina de exercícios tornam a doença controlada, reduzindo os riscos e trazendo ganhos em qualidade de vida”, completa a especialista. Caso o controle não seja feito, em médio e longo prazo as complicações podem ser bastante sérias.

20 de Julho MAIS

Hospital Pilar esclarece algumas dúvidas sobre o COVID-19

O número de casos confirmados do novo coronavírus no Brasil e no mundo vem crescendo rapidamente, de acordo com dados divulgados pelo Ministério de Saúde. Diante disso, torna-se ainda mais importante manter uma rotina de cuidados, com a adoção de medidas preventivas. Sobre a doença, seguem algumas dúvidas que ainda surgem entre a população sobre o assunto: Quais são os principais sintomas do COVID-19? Os sintomas são principalmente respiratórios, confundindo-se às vezes com uma gripe ou um resfriado. Porém, a doença pode causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias, o que torna o contágio ainda mais perigoso para os idosos ou portadores de condições pré-existentes, como problemas respiratórios ou diabéticos. Entre os principais sinais da doença estão a febre, a tosse persistente e a dificuldade para respirar. Como posso me proteger? Para a proteção é importante adotar medidas como lavar sempre as mãos com água e sabão, passar álcool em gel e também evitar aglomerações. Vírus respiratórios espalham pelo contato, portanto, é essencial também desinfetar objetos e superfícies que tocamos com frequência, como maçanetas, mesas, celulares e brinquedos. O Ministério da Saúde recomenda ainda isolamento social para reduzir a incidência de episódios graves e, ao tossir ou espirrar, usar o antebraço. Máscaras de proteção, mesmo as caseiras, ajudam também a evitar o contágio e devem ser utilizadas por todos, inclusive crianças. Como diferenciar o coronavírus de gripes e resfriados? Apenas o diagnóstico médico pode identificar a causa dos sintomas, porém, existem sinais mais comuns em cada enfermidade: Como é feito o atendimento de casos suspeitos no Hospital Pilar? O Hospital Pilar adotou medidas de prevenção contra o COVID-19 para evitar novos casos e trazer segurança aos pacientes, corpo clínico e demais colaboradores da Instituição. Uma das ações foi disponibilizar estruturas distintas para atendimento aos que possuem suspeita da doença ou queixas respiratórias e para os que não apresentam essas características. Os que possuem suspeita da doença são atendidos na Unidade de Atendimento 24 Horas e os que chegam com outras queixas são encaminhados a uma unidade distinta, com o objetivo de garantir a maior segurança durante a assistência na Instituição. Além disso, todo atendimento intra-hospitalar e nas unidades de internação seguem os fluxos de maior segurança com o objetivo de garantir a qualidade assistencial e o menor risco de transmissão dentro do Hospital.

22 de Junho MAIS

Hospital Pilar investe em segurança e destaca a importância de retomar tratamentos de saúde

Instituição oferece ambientes isolados com todo o suporte, sem risco de transmissão da COVID-19 aos profissionais e demais pacientes Foco mundial desde o início do ano, a COVID-19 tornou-se motivo de preocupação dos brasileiros desde a segunda quinzena do mês de março. Por se tratar de uma doença até então desconhecida houve a urgente necessidade de fortalecimento e readaptação das unidades de saúde no país, com desafios diários e aprendizados constantes. O Hospital Pilar, com a preocupação em criar situações de conforto e segurança para os pacientes e colaboradores que estão na ponta, investiu muito em conhecimento e recursos que oferecem tratamentos seguros. Como resultado, está a retomada gradativa dos serviços, procedimentos e atendimentos. De acordo com o diretor executivo do Hospital Pilar, Rodrigo Milano, foram seguidas “todas as orientações dos órgãos competentes, além de ter sido redobrado o cuidado em todos os procedimentos, cirurgias e exames”. Milano destaca ainda que esse trabalho pode ser constatado em retorno bastante positivo, com resultados significativos de alta hospitalar”. Todo esse cuidado começa já na recepção. Os pacientes, ao buscar atendimento, são encaminhados conforme os sintomas apresentados. Os que possuem sinais respiratórios são atendidos na Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas e os pacientes que chegam com outras queixas são dirigidos ao Pronto Atendimento para outras patologias não respiratórias, uma unidade distinta, localizada na Rua Emilio de Menezes, 833 (rua dos fundos do Hospital Pilar). O objetivo é garantir a maior segurança durante a assistência conforme critérios legais de protocolos institucionais. As duas unidades de Pronto Atendimento possuem equipe médica, enfermagem e técnicos habilitados com suporte pleno de equipamentos de proteção e tecnicamente habilitados para a estratégia das suas respectivas unidades de atendimento. Também as unidades contam com toda a infraestrutura e arsenais de materiais e medicamentos para qualquer necessidade dos pacientes. “Seguir as medidas de saúde pública bem como as orientações para a prevenção da doença é um importante instrumento para enfrentar a pandemia. Porém, buscar assistência médica quando necessário e manter os exames de rotina feitos normalmente são atitudes decisivas para que a qualidade de vida seja preservada. O Hospital Pilar, com o intuito de receber os pacientes com segurança, adequou os fluxos e as técnicas conforme protocolos legais e técnicos referentes ao trato da COVID-19. Também estamos reagendando e executando exames e procedimentos cirúrgicos/clínicos”, completa o diretor executivo.

21 de Maio MAIS

Tempo é decisivo para o sucesso no tratamento de doenças cardiovasculares

Mesmo em período de pandemia, alguns atendimentos devem ser mantidos. No Hospital Pilar, a estrutura foi preparada para receber os pacientes com total segurança Em plena pandemia pelo novo coronavírus, muitos têm deixado de buscar assistência médica quando necessário por medo de contrair a doença em um hospital. O tempo, no entanto, muitas vezes é decisivo para o sucesso no tratamento de muitas outras enfermidades, inclusive as cardiovasculares, que representam a maior causa de morte entre a população segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) . De acordo com a neurologista do Hospital Pilar, Claudia Baeta Panfílio (CRM-PR 15370/RQE 8642), um exemplo do grande perigo que ocorre com a demora em procurar atendimento médico é o AVC (Acidente Vascular Cerebral), o popular derrame. “São horas decisivas entre os menores sinais de alterações da fala, da coordenação motora ou da sensibilidade e o início do tratamento. Nesse caso, a agilidade é a nossa principal ferramenta para conseguimos oferecer um tratamento eficaz e que possivelmente irá reverter o quadro”, alerta a especialista. A médica cita ainda outros exemplos, como a meningite (processo inflamatório das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal) e o aneurisma roto (rompido), que também necessitam de um cuidado ágil. “Os hospitais mais preparados possuem alas separadas e seguras para tratar os pacientes que não têm sinal de COVID-19.”, explica. Essa opinião é compartilhada pelo diretor presidente do Hospital Pilar, Rodrigo Milano. “Seguir as medidas de saúde pública bem como as orientações para a prevenção da doença é um importante instrumento para enfrentar a pandemia. Porém, buscar assistência médica quando necessário e manter os exames de rotina feitos normalmente são atitudes decisivas para que a qualidade de vida seja preservada”, orienta. O cardiologista da Instituição, José Carlos Tarastchuk (CRM 14600/RQE 7818), destaca que mesmo as pessoas que passam por sintomas leves, ou mesmo que precisam fazer um check-up, podem procurar atendimento. “Em decorrência da pandemia, temos percebido uma diminuição muito grande de procura em muitos hospitais. Ao sentir dor no peito, por exemplo, caracterizada nos casos mais graves como um incômodo no meio do peito e que irradia para a região de ombro ou membros superiores, as pessoas devem procurar o mais rápido possível o atendimento”, alerta. “No Hospital Pilar temos um local para consultas totalmente independente e isolado de casos respiratórios. Para os pacientes que possuem sinais agudos e que por acaso precisem de uma observação emergencial, há também um pronto atendimento exclusivo e sem contato com suspeitos de COVID-19. A mesma segurança ocorre para quem necessita de internamento”, completa Tarastchuk.

21 de Maio MAIS
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