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Técnica detecta com grande precisão chance de problemas cardiovasculares

30/10/2017 15:31:47

Estudos mostram que menos de 1% dos pacientes com resultado de cintilografia normal tem algum evento cardiovascular no prazo de um ano. Por outro lado, imagens anormais estão frequentemente ligadas a problemas como infarto, morte cardíaca e revascularizações no mesmo prazo.

“Por este motivo, os cardiologistas confiam tanto na cintilografia, afirma Lara Carreira (CRM-PR 21681/RQE 13879), especialista em cardiologia e medicina nuclear com formação em centros de referência do país e quase 20 anos de experiência profissional. A médica, que é responsável pela Cardiologia Nuclear de Curitiba (CNC), serviço especializado em diagnóstico cardiovascular parceiro do Hospital Pilar, explica que “a cintilografia cardíaca ou cintilografia de perfusão miocárdica é um dos métodos não invasivos mais utilizados em pacientes com suspeita ou diagnóstico confirmado de doença arterial coronariana”.

A técnica baseia-se na injeção de uma substância que se distribui com o fluxo sanguíneo e é detectada por um equipamento que produz imagens do coração em repouso e também após o estresse, que pode ser físico, com teste ergométrico, ou estimulado por medicamentos.

A cintilografia permite verificar a intensidade da diminuição do fluxo de sangue no coração e a extensão do problema, demarcando claramente a parte comprometida. Além disso, é possível realizar o estudo sincronizado com outro exame, o eletrocardiograma, permitindo a análise funcional do ventrículo esquerdo, ou seja, de informações sobre a capacidade de movimentação das paredes ventriculares, os volumes cardíacos e a força de contração do coração, aumentando a precisão.

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Fonte: Anúncio Gazeta do Povo

 

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