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UTI humanizada do Hospital Pilar completa dez anos

22/08/2016 16:36:09

UTI humanizada do Hospital Pilar completa dez anos

   


Idealizada pela direção do hospital e a coordenação da unidade de terapia intensiva no início dos anos 2000, a UTI humanizada do Pilar só saiu do papel seis anos depois, tornando o hospital o primeiro do Paraná a oferecer esse modelo aos pacientes.
Para que fosse possível iniciar o trabalho humanizado na UTI do Pilar foi necessário muito investimento da instituição, principalmente em adaptação de estrutura e capacitação de profissionais. São 16 leitos diferenciados, com aparelhos da mais moderna tecnologia e itens de conforto para o paciente e o acompanhante. Climatização individual, internet sem fio gratuita, serviço de hotelaria, gastronomia hospitalar e banheiro privativo são alguns dos diferenciais.
O conceito de humanização deste setor foi concebido pensando na possibilidade de os familiares oferecerem carinho e atenção ao paciente durante todo o período de internamento. “Os efeitos da permanência do acompanhante são muito claros, no paciente e na família. O internado fica mais tranquilo, talvez simplesmente por saber que não está sozinho, e a família também, pois pode acompanhar todo o tratamento e se manter informada em tempo integral”, afirmam Hélcio Giffhorn (CRM-PR 11180/RQE 7772), médico intensivista, e Fabiana Weffort Caprilhone (CRM-PR 15267/RQE 7948), especialista em medicina de urgência, que compartilham a opinião e a coordenação da UTI do Hospital Pilar.
Normalmente, os leitos desta unidade são ocupados por pessoas em pós-operatório com rebaixamento drástico de imunidade, adolescentes, pessoas senis e pacientes que, apesar do estado de atenção, estão acordadas e conscientes. “Os pacientes encaminhados para internamento na UTI humanizada do Hospital Pilar não são discriminados pelo tipo de pagamento ou plano de saúde, mas sim pela necessidade”, explica Milva Schruber Milano, diretora-presidente do hospital, que deixa claro que não há cobrança extra pela acomodação especial. “O critério é puramente técnico e de responsabilidade médica”, frisa a presidente.

Fonte: An├║ncio Gazeta do Povo

 

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