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História familiar e dieta rica em sal e proteína podem facilitar aparecimento de pedra nos rins

Data desta publicação: 06/06/2016

História familiar e dieta rica em sal e proteína podem facilitar aparecimento de pedra nos rins

   

 

A litíase urinária, popularmente conhecida como pedra nos rins, é bastante comum e tem mais chance de se desenvolver quando há histórico familiar positivo, dieta rica em sal e proteínas, principalmente de carne vermelha, e a presença de outros problemas de saúde que interfiram no metabolismo de sódio e cálcio.
A doença não costuma dar sinais prévios, nem mostrar sintomas. Por isso, é comum descobri-la apenas quando acontece uma crise aguda de dor. “A pedra se desloca de dentro do rim, onde já estava há algum tempo, e inicia sua descida pelo ureter, o canal que o liga até a bexiga”, explica Carlos Eduardo Caldeira Santin (CRM-PR 25983/RQE – 18909), médico urologista do corpo clínico do Hospital Pilar.
A famosa cólica renal, conhecida como uma das piores dores que o ser humano pode sentir, deve-se ao fato da urina não conseguir seguir livremente até a bexiga. A pedra exerce uma obstrução enquanto está descendo pelo canal, funcionando como se fosse uma rolha em uma garrafa. Essa urina exerce pressão no rim, que acaba tendo a região coletora dilatada e é aí que surge a dor intensa. Nesta hora, o ideal é procurar um atendimento 24 horas para o diagnóstico correto, evitando que o quadro se agrave.
Para o momento de crise, existem analgésicos e outros medicamentos que tentam a eliminação da pedra pela própria urina. Mas há cálculos maiores que podem não sair espontaneamente, sendo necessários procedimentos para sua retirada. “Nestes casos, pode-se recorrer à litotripsia extracorpórea, onde a quebra é feita por meio de pequenas ondas de choque, à ureterorrenolitotripsia transureteroscópica rígida ou flexível, procedimento endoscópico cirúrgico geralmente sem cortes, ou ao implante de cateter duplo j”, detalha Santin.
Quando o problema já se instalou, a decisão final sobre a melhor terapia depende do paciente, do médico urologista, do tamanho, da composição e da densidade da pedra, além de outros fatores. Mas o melhor é evitar. “Todo paciente que tem pedra no rim ou algum familiar com a doença deve ser avaliado por um urologista, evitando problemas futuros. Como regra geral, mantenha uma dieta rica em líquidos, com pouco sal e evite excesso de carne vermelha", alerta o urologista Mateus Cosentino Bellote (CRM-PR 24857/RQE 18522).
Os médicos urologistas Carlos Eduardo Santin e Mateus Cosentino Bellote atendem de segunda a sexta-feira no Centro Médico do Hospital Pilar.

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